Antes de ajudar outras mulheres a sair desse ciclo, eu precisei entender o meu.
Por muito tempo, eu também achei que emagrecer dependia de mais controle, mais disciplina e mais força de vontade. Foi tentando encontrar uma saída para mim mesma que comecei a enxergar a alimentação de uma forma completamente diferente.
Maolla Buxbaum
Nutricionista comportamental · CRN 16100474

Eu também achei que precisava de mais controle.
Eu treinava, tentava seguir dietas e, ainda assim, voltava para a comida como recompensa. Durante muito tempo, achei que o problema estava na minha disciplina.
“Só depois entendi que eu estava tentando controlar a comida sem cuidar daquilo que me fazia correr para ela.”
“Será que emagrecer realmente precisava ser tão sofrido assim?”
Essa pergunta mudou o rumo da minha vida.
Foi tentando emagrecer que eu tomei uma das decisões mais importantes da minha vida.
Naquela época, eu trabalhava com Jornalismo e tinha diante de mim um caminho que parecia estável. Mas alguma coisa já não fazia sentido.
A busca por entender a minha própria relação com a comida acabou me levando a uma mudança que eu não imaginava: deixei o Jornalismo e fui estudar Nutrição.
E foi na Nutrição — e, depois, no comportamento alimentar — que comecei a encontrar as respostas que eu procurava.
Eu comecei querendo entender o meu próprio processo. Acabei encontrando uma nova profissão.

Então eu entendi que nunca estive lutando apenas contra os quilos na balança.
Eu estava lutando contra sentimentos que tentava aliviar através da comida. Quando comecei a cuidar do que estava por trás desse comportamento, tudo começou a fazer sentido.
E quando aprendi a cuidar disso, o emagrecimento deixou de ser uma guerra constante e passou a acontecer como consequência de uma relação diferente comigo mesma e com a comida.
O emagrecimento veio como consequência.
Foi assim que uma busca pessoal se transformou no trabalho da minha vida.
O que começou como uma tentativa de compreender a minha própria relação com a comida se transformou em uma missão: ajudar outras mulheres a não precisarem viver em guerra com a alimentação para cuidar do corpo e da saúde.
Sou Maolla Buxbaum — nutricionista pós-graduada em Comportamento Alimentar, terapeuta nutricional e graduanda em Psicanálise. Meu objetivo dentro do acompanhamento é, antes de falar de comida, escutar a sua história: o que te trouxe até aqui, o que já tentou e o que cansou de repetir.
Há quantos anos essa luta existe?

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Antes de existir o Método BAUM, existiu uma descoberta.
O problema nunca foi simplesmente a comida. Por trás de muitos ciclos de culpa, exagero, restrição e recomeço existem emoções, hábitos, crenças e histórias que precisam ser compreendidos.
Foi dessa visão — somada à minha formação e à experiência de acompanhar milhares de mulheres — que nasceu a forma como trabalho hoje.
O Método BAUM não começa perguntando apenas o que você come. Ele começa buscando entender o que existe na raiz da sua relação com a comida.
Conhecer o Método BAUM
Você não precisa viver em guerra com a comida para emagrecer.
Eu acredito em uma nutrição que respeita histórias, emoções, rotina e individualidade. Uma nutrição em que cuidar do corpo não exige abandonar a vida.
Em que resultado não depende de culpa. E em que liberdade não significa perfeição — significa autonomia.
Maolla Buxbaum
Se alguma parte da minha história parece familiar, talvez seja hora de olhar para a sua de um jeito diferente.
Você não precisa começar outra dieta. O primeiro passo pode ser simplesmente entender o que está por trás da sua relação com a comida.
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